A designer Léia Sgro fala sobre o processo criativo da coleção desenvolvida a quatro mãos com Cris Vianna, marcada por alma e propósito. O lançamento acontece hoje, dia 4, na Chemise Toujours, marca da empresária Alessandra Ribeiro, nos Jardins
Duas mulheres poderosas, uma mesma essência criativa. Assim nasceu “Raiz Dourada”, a nova coleção de joias assinada por Léia Sgro e Cris Vianna, que une arte, ancestralidade e feminilidade em peças que traduzem força e delicadeza. Inspirada nas raízes e na beleza da mulher contemporânea, a coleção celebra a representatividade e o orgulho de origem.
Em entrevista exclusiva, Léia Sgro compartilha os bastidores da criação, o significado de trabalhar ao lado de Cris Vianna e a emoção de lançar essa coleção no mês da Consciência Negra.
Como surgiu a ideia de uma coleção de joias a quatro mãos?
A coleção surgiu durante um jantar informal, quando percebi o quanto Cris fala com as mãos — nisso somos parecidas. Ela me disse que ama joias nas mãos (beija-mão), então pensei: “vamos fazer uma beija-mão personalizada”. Foi assim que nasceu a ideia da coleção.
Qual o diferencial desta coleção, na sua visão?
Raiz Dourada nasce da força da ancestralidade, da elegância que vem de dentro e da exuberância que se manifesta em cada gesto. É uma coleção que celebra a mulher contemporânea — firme em suas raízes, delicada em seus detalhes e marcante por onde passa.
‘Raiz Dourada’ é uma coleção pautada pela ancestralidade e pelo encontro entre duas mulheres empreendedoras. De que forma o público pode perceber essa inspiração e união na coleção?
As peças unem exuberância e delicadeza, traduzindo a representatividade feminina. Foram pensadas tanto para o uso cotidiano quanto para momentos de presença e destaque.
Como você enxerga o mercado de joias no Brasil?
O mercado de joias no Brasil vem crescendo notavelmente, sobretudo para peças como as que estou apresentando na coleção Raiz Dourada. Acredito que será muito bem recebida.
Você e Cris são duas mulheres empreendedoras e negras, e lançam uma coleção criada a quatro mãos no mês da Consciência Negra. Como enxerga esse momento?
Esse lançamento tem um significado profundo. O fato de acontecer no mês da Consciência Negra é mais do que uma coincidência — é um ato simbólico de afirmação e celebração. A Raiz Dourada nasce da união de trajetórias, da força ancestral e da beleza que vem das nossas origens. É sobre transformar histórias, memórias e identidade em arte. Quero que cada peça carregue esse orgulho, essa presença e esse brilho que vêm da raiz, com leveza e amorosidade.
Fonte: RSVP

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